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AMT afirma que o trânsito de Ji-Paraná terá mais mudanças



Novas rotatórias, semáforos com sistema de tempo mais ágil e reunião com empresas do município que trabalham com motoboy, já estão sendo colocados em prática pela a direção da Autarquia Municipal de Trânsito (AMT) de Ji-Paraná. No caso de rotatória, o próximo cruzamento a receber uma unidade será a avenida Menezes Filho com a rua JK, região do bairro Dois de Abril, primeiro distrito da cidade. A informação foi prestada na manhã desta quarta-feira (28) pelo presidente do órgão, Oribe Júnior.

Segundo o presidente que assumiu o cargo há pouco mais de um mês, desde que o município começou a adotar o sistema de rotatórias nos pontos considerados de alto índice de acidentes, o resultado é mais que satisfatório. Ele também afirmou que a maioria das mudanças que estão sendo executadas são procedentes de sugestões de usuários do trânsito local. “Essas sugestões, sempre são bem analisadas pelos nossos técnicos, e consideradas eficazes, logo são executadas”, declarou.

Sobre a instalação de novas unidades de rotatórias, Oribe Júnior além do cruzamento da Menezes Filho com JK, outras também serão instaladas na região de Nova Brasília (segundo distrito). Outra readequação começou a ser feita em alguns semáforos, quando o tempo de espera. Um dos pontos a ter essa mudança será no semáforo da avenida Ji-Paraná com a Menezes Filho (bairro Migrantes), que conta com seis pontos, e dois deles serão eliminados. “A nossa intenção é diminuir, o máximo, o travamento da trafegabilidade, e assim, proporcionar agilidade e segurança para condutores e pedestres”, garantiu. O presidente também afirmou que está sendo feito um estudo para ser implantado na avenida Maringá que a rua T-1 (Cascalheira) até o estádio Biancão.

Sobre o serviço de entrega por motoboy, Oribe Júnior disse que a autarquia vem recebendo muitas reclamações dessa categoria, que convocará para uma reunião as empresas contratantes desses condutores. “Primeiro, vamos orientar, depois, virão as ações repressivas”, concluiu.

Por J. Nogueira / DIÁRIO DA AMAZÔNIA


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