Domingo, 14 de abril de 2024



Vídeo: Produtor rural de Novo Horizonte D’Oeste sofre vandalismo em sua lavoura de café

O produtor rural Ronieli, da cidade de Novo Horizonte D’Oeste, em Rondônia, compartilhou em suas redes sociais um vídeo chocante que mostra o vandalismo sofrido em sua lavoura de café. No ocorrido registrado na madrugada desta quinta-feira, mais de 2800 plantas foram cortadas, além do dano às mangueiras de irrigação, causando prejuízos expressivos.

Em depoimento no vídeo, Ronieli desabafa sobre o ocorrido, revelando a perplexidade diante do ato criminoso. “Era hoje, 10/01/2024, é, estou aqui para declarar um ocorrido que ocorreu na minha lavoura hoje, essa noite. Teve um vândalo que veio, cortou mais de 2800 plantas de café minha”, relata o produtor.

Ao completar 60 dias desde o plantio, programado para o dia 15, Ronieli lamenta o corte das mangueiras de irrigação, essenciais para o desenvolvimento saudável das plantas. “Eu só quero saber o que leva uma pessoa a fazer um trabalho desse? A gente só mede a trabalhar sem fazer mal a algum para as pessoas”, indaga o produtor.

Ronieli expressa sua perplexidade diante da motivação por trás do ataque. “E tem uma pessoa que faz isso contra a gente. Se não gosta da gente, conversa, que a gente pode reparar o dano se a gente prejudicou alguém em alguma coisa, mas não”, enfatiza.

O prejuízo na lavoura de café é evidente, conforme as imagens compartilhadas no vídeo. “Tiveram meu café essa noite, cortaram meu café novo tudo, bicho. Cortar as mangueiras de irrigação cortaram. Tudo isso é de café. Tudinho, cortaram tudo, tudo era boa esteirinha”, lamenta Ronieli.

O ato criminoso não se limitou apenas ao corte das plantas, incluindo danos às mangueiras e a destruição de insumos. “Cortar as mangueiras, derrubar os veneno, está na beira da caixa d’água e jogar tudo da caixa d’água, cortou tudo, café novo, tudo, tudo, tudo”, completa o produtor, evidenciando a extensão do vandalismo.

O produtor rural espera que a situação seja esclarecida pelas autoridades locais e destaca a necessidade de diálogo para evitar futuros incidentes.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Redação – Diário da Amazônia


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